sexta-feira, dezembro 22, 2006

deception of fame, vengeance of war, lives torn apart

Mari diz:
Hey kid =/
how are you?
Through nature's inflexible grace I'm learning to live diz:
i'm ok
how are you?
Mari diz:
fine, thanks...
i went there today to see you
but the stupid guy wouldn't let me in =/
Through nature's inflexible grace I'm learning to live diz:
huahuahuahah nevermind him
the shift today ended at noon
i got there at two
i didn't work at all
Mari diz:
aisuhaisuhaiash
Through nature's inflexible grace I'm learning to live diz:
i spent the whole day at bariloche eating and talking
i'll give you my key some other day
Mari diz:
hehehe ok

É, foi assim meu último dia. Fechei com chave de ouro. Meio como todo o resto do ano, não trabalhei nada no meu último dia. Cheguei lá às 14h e o guardinha me diz para conversar com o Itamar, que hoje o expediente ia só até o 12h. Nem falei com o Itamar no fim. Peguei minhas coisas da minha estante, pus numa pasta de IBM que alguém esqueceu lá em algum ponto, enfiei na mochila e fiquei esperando a Carol, conversando com o Daniel.
Depois, a dei o presente e tomamos uma coca de 2h, com batatinhas lá pro fim. Foi ótima conversa, sempre é. Sem contar que foi um belíssimo exemplo de liberdade. Hoje, eu pude sair de casa e ir sem saber o que eu ia fazer nem quando nem como eu voltaria pra casa. E comi e bebi e me diverti. Na verdade eu pensei nessa história de liberdade quando desci do ônibus pra subir no outro. "Quem vai seguir viagem tem que ir para aquele carro ali". Eu desci, esperei pra subir e me disse "Ah, estou perto, vou andando". E fui a pé o resto do caminho. E a liberdade se aplicou ao resto do dia. Foi bom dia, esse.
Não assinei o ponto hoje. Não passei minha chave. Não fizemos uma festinha de fim de ano dos monitores. Não fizemos nada. O ano acabou tão repentinamente quanto começou. Mas como eu disse, nada muda de um dia pro outro. Amanhã é um dia como qualquer outro. Eu só não trabalho mais lá. Ah, a gente ainda sente.
Hoje me lembraram duas vezes do antimatéria. Duas pessoas pseudo-interessadas em fazer aulas me chamaram pra ir lá com elas. Não sei que diferença eu vou fazer, mas eu devo ir. O que, na realidade, me lembra das minhas próprias aulas. Há um mês sem dar satisfação, eu deveria avisar que ano que vem eu vou ter tempo livre e vou começar com o pé direito. Se não eles esquecem das minhas aulas e marcam outras pessoas no meu horário. De qualquer forma, é sacanagem porque meu pai paga os professores se eu não desmarco direitinho.
Ainda não falei com o Osvaldo, para o infortúnio da minha vó. Ela tem que entender que ele simplesmente não vai mais à escola, e nem eu. Até podemos ir conversar com as diretoras, ou sei lá, mas isso vai dar mesmo é assunto pro Natal. Vai virar história isso aí. "A vez que o Lyan passou na faculdade e reprovou em matemática", quase como "A vez que eu conversei com o professor pra deixar o Gustavo de exame". E ela vai contar pra todo mundo na fila do supermercado. "Tá vendo esse tonto aqui? Passou na Unicamp, dá pra acreditar? Mas reprovou em matemática, é um besta mesmo". Meu consolo é que depois vem a parte "mas é igualzinho o pai, uma vez eu conversei com o professor do pai dele pra deixar ele de exame". E vai.
A verdade é que eu fiquei chateado, eu queria ter passado. Eu tinha melhorado muito e eu realmente achei que dava. Mas sei lá, eu tenho tanta esperança ainda.
Hoje cheguei em casa e fui direto preencher as palavras que a Carol tinha me dito no joguinho das marcas. É um jogo simples e divertido, que faz doer a parte da cabeça que lembra das coisas. Estou nos quase 90%, mas o resto está muito difícil. Além disso, ouvi mais uma do Jamie Cullum, que eu tinha esquecido de ouvir ontem, mas voltei a ouvir coisas um pouco mais comuns, como o disco dois do Six Degrees Of Inner Turbulence. Vou tentar entrar num projeto para utilizar meu tempo livre ao máximo. Eu jogo muito tempo fora fazendo coisas estúpidas e pensando no que fazer. Ou fazendo uma coisa e pensando na outra, sem aproveitar nenhuma. Vamos ver o que eu consigo. Escrever aqui já é bom. Não é algo que eu faça obrigado, mas é uma coisa pela qual eu espero, chegar em casa e escrever. E não sinto que é jogar meu tempo fora, pelo contrário, é uma boa oportunidade de organizar pensamentos e tudo aquilo que dizem que é bom. Não que eu saiba de alguma coisa.
Ainda não fiz aquele mapa, mas acho que vou fazer.

2 comentários:

Anônimo disse...

gostaste europa inclusive nevertheless ou hooowevers?

MAGISTRY!

pára de comentar da maneira errada, é tão difícil pra vc comentar normalmente como as outras pessoas

cade o flash aprendendo-?-not

memórias engraçadas... pena que a barra tá dso outro lado!

pena nada, gostei! Porque todos os campos sao opcionais

tem como nao ser o que se é ou ser o q se não é!

tem, vc o é, onde "o" é aquilo que você é.

e melancolia/nostalgia?

que tal sem estacionamento da unicamp =/

ATÉ MAIS 8 =]

P.S.: Nossa, Tru, Que medo daquele seu comentário!! muito surrealistic-truish!

huahuauha eh eu sei e gostei de ter lembrado do =']

uma lagriminha na felicidade!

vacant disse...

ai adorei mesmo