segunda-feira, janeiro 22, 2007

did you hear things you fear? did i make i clear?

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Carol, violões, ds, áudio e conexões de internet temperamentais. Acho que o ponto alto foi trocar as cordas de um violão, que não meu violão, cuja corda "si" se provou divertida demais para ser trocada. Tocar meus maiores sucessos com vergonha de cantar junto. Tocar meus maiores sucessos sem que a platéia saiba que são sucessos apenas para você, e que são seus sucessos.
Mas no todo, o dia foi muito bom, me diverti, não fiquei enfurnado nesse quarto e, apesar de ter pego dois ônibus, valeu a pena, e não dei banho em animal algum.
Falando em animais, vai um humor: http://www.dnaco.net/~vogelke/pictures/when-cloning-goes-wrong. Se eu for abençoado com a completa ignorância da raça humana sobre a existência disso aqui, serve de um lembrete para mim mesmo, no futuro.

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Saí de casa, cansado. Desci a mesma rua que desço desde que consigo me lembrar de existir, a mesma que desci anos, anos atrás, para brincar ou ir à escola. Peguei o mesmo caminho, virando à esquerda lá embaixo, como quem ia para a escola, quando pequeno. Chego ao meu ponto de ônibus, com sono, e sento do outro lado da rua. As sementinhas no chão criam uma diversão rápida, enquanto não vem o ônibus. Pego as que encontro aos meus pés e as impulsiono com a unha do dedo médio e o polegar, atirando-as na árvore a minha frente. Todas as que eu acerto, eu conto; as que passam pela árvore, não encontrando-a em seu caminho não entram na contagem. Cento e trinta e cinco sementinhas depois, ou como eu contava em voz alta "One thirty-five", acaba meu jogo. Eu só consigo imaginar quantas sementinhas eu joguei, e quantas eu errei. Deixa-me ficar longe do que é longe daqui.

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