quarta-feira, janeiro 24, 2007

who serves the truth, for heavens' sake?

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Quando eu era pequeno eu ouvia falar muito na velocidade da luz. Minha cabeça logo concluiu que ela se tratava da velocidade que a luz demorava para acender desde o momento que a gente apertava o interruptor. Mas esse conceito sempre me deixou confuso, porque sempre que eu ia no quartinho no fundo da casa da minha vó, a luz demorava para acender, e eu concluí que isso não poderia estar certa. O mais engraçado é que eu só concluí isso porque eu entendia que velocidade de alguma coisa era constante, e não podia ser diferente naquele quartinho. A luz viajaria em todos os lugares na mesma velocidade. Tudo por causa da exatidão que o mundo tem. Não fosse ela não haveria matemática. A gente conseguiu perceber que tudo é exato, mas até mesmo essa descoberta pode ter sido completamente randômica. Pode ser que todos os testes que provaram por meio de resultados iguais alguma coisa, foram completa e total coincidência. Prefiro acreditar que não. Que a matemática existe, que tudo é exato e que todos enxergamos as mesmas cores, não chamamos coisas diferentes de vermelho e azul.

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Shopping, boa companhia, boliche, vitória, 7 litros de coca. Ah, e pizza.
Feliz aniversário, Fernando. Acho que você não vai ler isso, mas que conste.
Baralho; buraco.
Caetano. Simplesmente, nada a ver com o Veloso.

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