sábado, fevereiro 03, 2007

all wound up, on the edge, terrified

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Hoje eu li um texto legal na Folha. Era sobre o efeito estufa e sobre aquele documento que saiu citando o óbvio: é tudo culpa nossa. Eu nem sabia que isso era uma dúvida, eu sempre achei que fosse mesmo e era consenso, mas não, precisaram de um documento especial falando que a Terra vai acabar. Quem sabe agora dão um jeito nisso, mas eu duvido muito. Somei isso a uma conversa que eu tive com o gato hoje à tarde e eu escrevi um negócio aqui, mas não gostei o suficiente para salvar e postar. Acontece sempre, eu escrevo, mas não gosto muito, aí apago. O bom é que eu sei que quando eu acho um tema muito bom, eu escrevo pra caramba e fica bom, então eu não preciso me prender a cada texto, fico só com o que eu realmente gostei.
Eu pensei, inclusive, em ser roteirista. É, na verdade, uma profissão divertida. Seja drama, sitcoms ou filmes, eu conseguiria escrever bastante coisa. Dada uma certa situação, é basicamente o que eu faço o dia todo. Escrevo um filme sobre mim, todos os dias. Escrevo outras cenas de séries que já existem. Inclusive, faço isso enquanto toco. Certas partes de certas músicas lembram certas coisas que eu inventei, cernas cenas que eu imaginei, e toda vez que eu toco aquela parte daquela música, eu lembro daquela situação.Eu gosto quando o meu "texto" se confunde com meu "diário". Fica tudo uma coisa só. Até porque, é tudo experiência própria.

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Não estou estudando nada daquilo que eu preciso. Nem fazendo nada do que eu devo, na verdade. Em vez de estudar música e levar a sério como preciso, fico jogando. Minha mãe me prometeu um presentinho por passar na prova da prefeitura e eu fiquei muito animado com um jogo que eu posso comprar. Aí fiquei indeciso entre dois, acho que vou levar os dois. Já que estou gastando dinheiro que eu deveria guardar mesmo, vou comprar o presente do Fernando de uma vez. Psicologia de um falido.

Um comentário:

Unknown disse...

blá blá blá
leia o de ontem, parece tudo a mesma coisa.