Décimo dia do ano. Impõe um certo respeito, eu sinto. Décimo.
Na realidade já é o décimo-primeiro, quase o fim dele, mas eu não dormi em casa hoje, nem estive em contato com um computador (graças a deus!), então o post vai hoje mesmo.
Saí, finalmente de casa, com algo importante a fazer, mais do que comprar cordinhas (o que, devo admitir, já era uma pequena aventura) ou comprar coca na padaria. Saí, às 13h e minha mãe me deixou na escola. Acabei até entrando nela, porque cheguei muito cedo, usei o banheiro, dei uma volta, vi uns calouros e voltei pra esperar. Ela está idêntica estava quando eu a deixei. A única diferença é que eu fui ao meu laboratório, onde trabalhei por um ano, num trabalho deliciosamente fácil e bem-assalariado e vi alguém que não era eu, nem João, nem Naíma, Daniel ou Gabriela. É estranho ver-se substituído por alguém. Eu tive a sorte de ser substituído por alguém que eu gosto e conheço, sem dizer que a substituição não foi nenhuma surpresa, já que ela quase pegou o meu emprego no meu ano. Mas ver outras pessoas lá, pessoas que a gente nem conhece, ou não tem contato algum, é estranho. Fato é que eu nem deveria ainda estudar lá para ver ninguém trabalhando ou não, no meu lugar ou não. Mas as minhas DPs se encarregaram de fazer com que eu visse isso. Não foi um choque, nem estou deprimido por causa disso, só é algo sobre o qual eu pensei. Aliás, coisa que eu faço muito.
Hoje, esperando para voltar para casa, no ponto de ônibus, depois de ter dormido às 7h30, novamente, dessa vez depois de ter passado a noite toda jogando poker, além de videogame e ping-pong (tênis de mesa para os puristas), vi uma menina, esperando o ônibus com a gente. Às vezes ela franzia a testa, e eu me lembrei de um amigo que me disse que franzia a testa quando pensava. E eu imaginei mundos maravilhosos se desdobrando na mente dela, coisas magníficas que ela ia, pouco a pouco, ainda primitivamente, descobrindo. Ela está no momento da vida dela de pensar, descobrir chegar à conclusões, assim como eu, só que eu já estou aqui faz tempo, ela acabou de começar. E ainda estranha a forma de sua mente pensar e ver as coisas. É claro que nada disso faz sentido fora da minha mente, mas pode ser que faça dentro da dela, ou até da sua. Mas chega de fingir que alguém se importa com tudo que eu digo. Eu escrevo isso com uma convicção tão grande de que as pessoas vão ler e se importar da forma que eu me importo, mas a verdade é que eu não estou vivendo num BBB (Big Brother Brasil, não Barely Biblical Branch, como dizem alguns) tenho amigos e estranhos entrando aqui todo dia para ler isso, como às vezes eu faço por aí. Mas acontece que estavam certos, e sobre isso, eu tenho muito mais o que escrever.
Até.
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Um comentário:
olha um comentário legal
se esvaindo
epal pia eu difcie desrcever tudod o qerrado qie vem a n cminha cmabeça dsin mes dodos estao codesenfreadose mais isme onn
ok, colega
colega nao, amigo
eu sinto profundamente a necessidade de expressar muito, esperando tal aprovação alheia!!!
e acho que em 90% dos casos o resultado é bem inferior ao esperado...
FALAR SÉRIO NÃO É COMIGO
nem falar de pessoas
o que é pior ainda
mas anyway
espiar espirrar expirro?
iecati
odeio marquei um x um x da questao? fuvest AHHH
chega!
bye
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