terça-feira, fevereiro 13, 2007

we have just the place to fix him to save him from himself

Dois dias ótimos seguidos! Infelizmente, isso não é tão comum quanto deveria, mas esse recorde se estenderá, ah, e como.
Passei mais uma tarde na companhia de uma pessoa cuja companhia faz a complexidade parecer simples. Passar tempo nessa companhia é como mandar a mente para um spa, descansar e viver bem. Só posso agradecer. Até esqueci o ódio mortal que me deu do Blogger ontem, mas isso é pra outro dia. Compramos três cadernos verdes, ela adora verde. Compramos canetas todas diferentes umas das outras e uma lapiseira alternativa. Tomamos água de coco e fomos para minha aula de música. Finalmente a Carol marcou suas aulas, meses depois da sua aula teste. Parece que agora a menina será uma violonista. Que ela leve mais a sério que eu, e realmente estude como deve.
Milk-shake com o papai, carona para casa, corte de cabelo, e por fim Calatrio no Teatro Tim. Só a Wave do final valeu o preço de entrada. Eu vejo aqueles caras tocando e dá uma vontade de entender como eles entendem. Serve de inspiração. Ver como o baixo entra em contato com a harmonia, dita o tom, explica onde eu tenho que ir. Eu sinto que a música vai correndo e nunca pára, a gente tem que continuar indo. Uma experiência sem igual, a música em si. Em lá também.
Hoje é um dia atípico, pelo menos sua noite. Preciso dormir realmente mais cedo para minha entrevista na IBM amanhã. Entrevista que a princípio eu não quis fazer, fiquei meio encanado, achando que seria mais um fiasco. Ainda me lembro de como eu falei de entrevistas de emprego no primeiro post. Mas esse na IBM promete bem mais que aquele no CPqD. Para começar, esse é meio período para o que pode ser assustadores 800 reais mensais. O CPqD oferecia 440 reais por período integral. É como trocar 6 por quatro dúzias. E uma das coisas mais brilhantes desse emprego: pode ser só inglês, nada ou pouca programação em si. Não que eu não goste de programar, mas eu sou fluente em inglês, não em java. Pode ser algo como um call center, mas que seja, por aquele dinheiro eu trabalharia no matadouro. Mentira, mas o dinheiro é bom.
Voltei para casa e estou vivendo loucamente, falando com todo mundo e fazendo tudo o que eu posso meio que ao mesmo tempo, já que eu não tenho as habituais 8 horas da madrugada para fazer minhas coisas, só umas 3. Estou aproveitando para quebrar o jejum de Dream Theater. É só eu ficar alguns dias ouvindo outras coisas que quando eu ouço parece que está melhor que o normal. E considerando que eu estou com o comecinho de About To Crash na cabeça há dias, nada melhor que esse disco lindo. Agora ouço About To Crash (reprise), cujo começo é igualmente maravilhoso, só de outro jeito.
Despeço-me para ver se consigo comer alguma (muita) coisa antes de ir dormir e jogar um pouco de Zelda, também para quebrar jejum e não deixar o Leo me passar. Ah, ele tem um Wii, ele já está na minha frente. Droga.

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